entro e colocas-me nas mãos, suadas do nervosismo, um copo de vinho
recebes-me numa veste muito sugestiva, deixando mostrar o quanto És deliciosa
a cada conversa, a cada gole de vinho, a cada toque e a cada beijo
cresce o nosso desejo luxuria, e sem pensar em mais nada
os nossos corpos envolvem -se numa luta repleta de prazer
o suor escorregue do teu corpo para o meu, do meu corpo para teu
já nem sabia se era eu quem estremecia e a carne não adormecia.
Do desejo de me dares prazer sem limites nessa noite,
ficamos os dois horas a fio devorando nossos corpos com gula
da sala para o quarto do quarto para a sala numa dança de loucura.
Saio de tua casa ainda com o sabor do teu sexo
na minha boca na minha lingua nos meus labios
Deixo a tua Rua na esperança de te ver acenar e voltarmos para repetir tudo novamente.

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